quinta-feira, 31 de março de 2011

Mamãe



Numa noite de sabado, era quase domingo, dormia em minha cama e era um sonho tão engraçado, tão diferente, um daqueles sonhos sem sentidos, loucos, eu corria, corria querendo chegar a algo que me preocupava demais, todas as noites o mesmo sonho, mas nesse eu achei o que procurava, desesperada sai na frente de uma casa, peguei uma menininha em meu colo e a abracei, ele me chamava de um nome tão lindo! Que me encantei por ele, e pela garota, ela me sussurrava no ouvido "mamãe" acordei com aquela linda voz de soprano em meus ouvidos, minhas mãe foram diretamente ao meu ventre vazio, eu chorei naquele dia, mas não de susto, nem  de horror como muitas poderiam ter feito, mas a menina precisava de mim, ela precisava que eu cuidasse dela e eu queria muito voltar para ela, muitas e muitas noites voltei a ouvir a voz da menina de cachinhos loiros escuros e rosto de porcelana, sempre dizendo a mesma palavra, me fazendo acordar feliz, chorando... "mamãe"


By: Meg

quarta-feira, 30 de março de 2011

Eu estarei olhando por você




De repente você se sente como se estivesse tudo sumindo, num segundo está tudo bem e no outro seu chão sumiu, as coisas deixaram de brilhar não é? Sim a sua bolha de proteção finalmente estourou e você acordou para o mundo. Incrível não é, como as coisas mudam tão rápido? De repente suas amigas, ou aquelas que você julgava ser suas melhores amigas te viram as costas, e você se vê fria e molhada com o balde de agua gelada que te jogaram, se olhar para trás eu estou aqui com uma toalha, você precisa sofrer, eu sei, para amadurecer, mas não precisa ser assim, repetir os mesmos erros, as mesmas dores, que eu. Você é diferente, sei que vai encarar mas está escrito na sua cara que você sofre. ( eu estarei olhando você)
 Tem muitas falando contigo, não é mais tão ruim assim, agora já está mudando , mas você ainda está sofrendo, ai sim, daqui a pouco você estará pronta para seguir em frente, vai olhar para trás e ver que "elas"  ainda estão na bolha e tenho certeza que você vai pensar "que tolice!" e só quando não mais se magoar, nem raiva sentir, ai sim terá crescido, deixando assim de se sentir como antes, se livrará de um peso, escute-me, eu sempre estarei aqui, mas tem que ver que você é mais do que essa menininha medrosa...

By: Meg

terça-feira, 29 de março de 2011

Amor, meu grande amor... Mas o que diabos seria o "amor"?




   Talvez seja isso: Diabos, Tormentos, que nos ferem o coração a ferro e que nos aplica tamanha paixão e desejo o que chamamos de amor, ou confundimos com ele. Amor de amigo poderia eu bem explicar, com emoção de quem se reconhece e é saudosa dos tempos passados, mas esse estranho... Não.
   Alguns dizem ser deste a mais bela flor, o mais gostoso toque, o mais lindo beijo, todos os sentimentos. Outros afirmam ser este o mais cruel e vil vilão, que nos faz ter ilusões bonitas para depois nos acordar e nos ver, perceber a pura verdade cinza. Do amor de mãe eu entendo de irmã, de filha, de amiga, mas esse danado de amor de amor, esse sentimento mutuo. Esse sentimento que pode ser tão doce e tão azedo, ele que nos faz crescer, esse que é tão precioso, nunca, jamais, vi.


By: Meg

Te amar...




Não devo te amar
Se não, então o que faço?
Não devo te chamar
Mas pra aonde devo correr então?
    Não devo te dizer o que sinto.
Mas então com te dizer que te amo? 
Não devo amar você
E dizem que seria melhor te deixar
Se assim fosse possivel
Um dia eu deixar de te amar...

By: Meg

sábado, 26 de março de 2011

Melissa


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...

  Na manhã seguinte, fui para a escola nervoso, ainda com a sensação de estar sendo seguido.
  - oi random! – chamou Juliet, ela vinha toda arrumada para cima de mim, ela me abraçou e eu tremi, ela usava um perfume muito bom, mas pensei em Melissa, quando a abracei.
  - O que foi? – me perguntou ela, ela me olhava apreensiva, sempre soube que Juliet me amava, e talvez essa fosse a saída mais prática para esquecer Melissa, e se tivesse que ser assim, seria agora, eu gostava de Juliet e fazê-la feliz, me faria feliz, nesses segundos em que eu pensava ela me encava com os olhos azuis, abri a boca para lhe falar, que eu a amava, mesmo não sendo uma verdade. Ela olhou para mim ainda sorrindo, eu fui me aproximando dela, algo me fez parar, não era o sorriso certo, aqueles olhos eram azuis de mais…
   - Não foi nada Juliet. – respondi me afastando. Ela pareceu me estranhar, era deveras.
   - Hum… Já teve noticias de mel? – ela me perguntou, senti um aperto estranho no estomago
   - Hã… não. – respondi, eu não estava com vontade de ir para a aula, dei meia volta.
   - Aonde você vai? – Juliet perguntou espantada.
   - Eu não estou me sentindo bem vou pra casa, ok? – disse sem olhar para trás, sai para a manhã chuvosa, eu não ia para casa, claro que não, e de repente eu sabia onde devia ir. 


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By: Meg

me perdi...





Vim para o computador, tentando me achar, tentando me sentir, mas não consigo mais , simplesmente me perdi, é tanta coisa pra fazer, mas mesmo assim, uma vida tão parada! Como sempre faço corri para os livros e a escrita, tentando me achar em versos e parábolas, mas isso não vem acontecendo, venho achando que estou perdendo, uma guerra dentro de mim. Coloquei uma musica e escrevi, tentando me achar, mas é incrível, que nada surta efeito, há ausência de sentimentos dentro de mim, mas duvido estar amando, olho para céu... As estrelas ficaram pretas, nada há cor, os versos de antes que me encantavam agora me fazem refletir, me fazer desistir, os temas que antes me faziam amar, hoje nem me fazem pensar, se tornaram cruéis, monótonos, o que  acontece? Será que todos os meus sonhos acabara? Que tudo mudou? Será que dessa vez eu consegui me perder...?

By: Meg

Fim do conto




   Acordei, pensando no que eu iria fazer naquela bela manhã, sentia o sol infiltrando pela janela e eu sabia que devia estar forte lá fora, pensava em levantar e ir à sorveteria, e provar um sabor novo de sorvete, se eu conseguisse tal façanha, mas algo me parecia diferente, estranho, e de alguma forma eu sabia que dia era hoje, o ar parecia diferente e com uma força devastadora tudo me voltou, abri os olhos e vi meu reflexo no espelho da parede, estava em meu quarto, sabia que era segunda estava sozinha em casa, algo me bateu forte e me tirou o fôlego, meus olhos se encheram de lágrimas, não estava no lugar certo, eu tinha que voltar, lembrei-me da viagem de volta, a cada metro que nos distanciávamos ia perdendo a força, ia me subindo a angustia, tudo morria e eu ficava mais perdida, meu quarto estava do jeito que eu o havia deixado um mês atrás, mas não era mais o meu recanto, naquela manha toda as minhas alegrias e a minha paz me deixaram e gritei o mais alto que pude, chorei o máximo que me permitia e mesmo assim era tão pouco perto do que eu tive, aquele dia tudo deixou de ser um conto de fadas, e a minha vida virou uma memória, tudo virou apenas memórias, sombrias num canto chuvoso do mundo, naquele dia quebrei coisas, e meu sufoco me deixou desesperada, me senti um passarinho preso, me senti claustrofóbica, tudo sumiu e fiquei sombria, durante um mês, resisti, e aqui em que eu vivia era apenas passageiro, um pesadelo e eu logo iria acordar para o sol, mas depois de alguns meses, minhas esperanças se esvaíram, e aquilo que eu mais prezava virou um sonho, desde 
então vago a procura de sonhos...

By: Meg

quinta-feira, 24 de março de 2011

Amigos

 




  Estou passeando pela rua, e esbarro em alguém, um cara, minha sacola bate nele, e me viro.
 - Desculpe-me - lhe digo, ele sorri e balança a cabeça.
 - Eu sou o desastrado, desculpe - sorrindo, concordo, ele carrega um livro muito conhecido meu, logo pergunto a ele se está gostando da leitura.
 - Sim, acho revigorante ler um pouco sobre contos - ele diz meio envergonhado, sorrio e logo estamos sentados na calçada, conversando mais sobre livros, discutindo gostos e preços, trocando idéias e dicas de livros, mas preciso ir.
 - Sinto muito - lhe digo
 - Tudo bem, temos de conversar mais sobre isso e mais vezes! - ele sorri e me entrega um papel nele anotado ah um numero, lhe sorrio mais, se é que isso é capaz, ele retribui. E assim pegando a minha sacola do chão, saio na direção contrária daquele, que mal sabia eu seria meu melhor amigo.


By: Meg

Melissa


Oi pessoas! Perdoe-me a demora, mas eu estava cheia de trabalhos e etc, para fazer e sugou todo o meu tempo, a aquelas pessoas que me "precionaram" está ai mais um "capitulo" de Melissa, lembrando que esse também é um P.O.V do Random, espero que gostem!

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Janela
Ao chegar a casa passei por meus pais sem que me notassem, suas mentes já estavam bastante atormentadas e não deviam se preocupar com o que habitava na minha, subi as escadas correndo e me tranquei no quarto, nessas horas era errado pensar em Melissa, tentava não pensar em Mel, na verdade não tinha como não pensar na Mel, eu não conseguia, não podia deixar de vê-la em minha mente. Sempre que tentava esquecê-la, lembrava  nela como minha amiga, minha melhor amiga, do doce sorriso que ela me dava, e logo em seguida de suas... Presas, naquele homem, suas imagens me atormentavam, não conseguia tirar aquela imagem dela de minha cabeça, era horrível, monstruoso, ver Melissa daquele jeito me deixava agitado, não só pelo medo, que talvez tivesse sido menor se não estivesse tão abalado, mas sim por ser ela, ser ela daquele jeito dominador, sensual, mortal, era demais para eu ver a minha amiga agindo assim, eu talvez estivesse com medo, mas com certeza estava chocado! Eu não conseguia esquecê-la e não conseguia esquecer aquela cena! Não sei quando adormeci, mas em um certo momento estava sonhando, sonhava com Melissa em minha janela me olhando, eu me aproximava de minha janela e ela estava ali, me olhando, chorando, eu abri a janela  e ela entrou, eu a abracei com força, do nada era a minha amiga Mel, ela estava do mesmo jeito que da ultima vez que a tinha visto no colégio, minha vontade de ajudá-la, meu amor por ela... Quando eu me soltei de seu abraço, olhei-a nos olhos, seus olhos eram claros, verdes, como eu nunca tinha visto antes, eu me aproximei da boca dela, pronto para beijá-la, mas não era mais minha Mel, era a caçadora, sua roupa era a indecente com a qual eu tinha a visto, seus olhos brilharam pretos, ela então tinha presas, e me encarava perigosamente, comecei a recuar, e ela veio pra cima de mim, fui para trás até sentir a parede em minhas costas, ela me prensou, virei o rosto para o lado, eu estava com medo, de verdade, virei o rosto e fechei os olhos...
Algo raspou em minha janela, e me sobressaltou, pulei da cama, e olhei em volta assustado, o meu quarto estava escuro, as luzes apagadas, corri até a janela, a árvore estava se mexendo levemente, levantei o vidro, não havia vento... Senti ela me olhando no escuro.
- Mel... - sussurrei tão baixo que nem eu me escutei direito, nada, nem ninguém me respondeu, estava quase fechando a janela quando...
- Random... - foi apenas um sussurro, um sopro de vento, e se eu não estivesse ansioso por aquela voz, eu teria pensado duas vezes, acharia que foi engano, mas não dessa vez. 
- Mel, você esta ai? - perguntei ao nada, estava tremendo, mas ainda pensava que isso era patético. De novo nada me respondeu.
- Desculpe - sussurrou o nada de volta. Eu quase sorri, quase chorei, quase morri, tudo ao mesmo tempo. Não havia nada que eu pudesse falar, fiquei quieto, talvez fosse apenas minha imaginação, mas imaginava poder ouvir a respiração de Melissa. Ela nada mais falou, e do nada as folha se mexeram, ela não estava mais lá.

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By: Meg

Me esqueça...


“Viva por você mesma,
Embora ainda me queira
Não se entristeça
Pois a flor exala o perfume
Que você cheira,
E invade a sua cabeça
De tal maneira
Que  fará com que
Você me esqueça”

By: Dan

terça-feira, 22 de março de 2011

...

  


O sol batia em meus cabelos os deixando mais claros, levava um travesseiro num braço e uma bolsa no outro, fingíamos ser intercambistas, e riamos falando um inglês fingido, vendo a cara das pessoas. Íamos para a casa de Mel, que todos diziam que era muito longe para ir com todas aquelas coisas, mas me parecia tão perto! Concerteza mais perto do que a minha casa da dela, era revigorante andar com elas, e as piadas chegavam a um nível baixissimo, se é que essa palavra existe, na casa de Mel desmoronamos, nem passamos na casa da Amy, fomos direto pra lá, sentamos no sofá e assistimos a primeira coisa que vimos, filme.  Rimos muito e pensávamos "o que vamos fazer agora?" essa palavra era a nossa maior duvida, o nosso maior medo, não ter o que fazer, e por incrível que parecesse, fazíamos tudo o que queríamos, as vezes nos arrumávamos e íamos tomar sorvete, chegando a provar quase todos os modelos de casquinha e me viciando em sorvete, e se nos perguntassem, o que íamos fazer amanhã, a resposta era simples "amanhã saberemos" pegávamos todas as coisas de novo, desmontávamos acampamento e íamos pra outra parte, nada nos faltava, nada nós sentíamos, a chuva era a melhor, o sol o mais gostoso ( apesar de muito quente) o vento o mais gratificante, as pessoas as mais alegres, essa era a nossa rotina, acordávamos em qualquer lugar, desmontávamos as coisas, e íamos passeando, rindo, chorando, lembrando, a noite caiamos de sono em qualquer canto que nos davam, caiamos e sonhávamos que estávamos juntas, o melhor era acordar, levantávamos, quardvamos tudo e continuávamos, naquela noite, coloquei uma musica diferente, e meio bêbadas  cantávamos desengonçadas, pegou, ao chegar na casa de Mel aquela tarde pulamos na piscina e cantei, cantei mesmo, cantamos muito, elas me abraçaram, rimos, corremos e chegamos ao nosso destino, todo e lugar algum!
Acordei e me ceguei, a um minuto atrás o sol era forte a agora a chuva quase quebrava a minha janela, estava cansada e saudosa do sol que deu lugar ao vento gelado e a chuva,  tinha adormecido, levantei e fui fazer minhas obrigações, minhas tarefas, chorando eu acordei e lembrei é só um sonho, estou sozinha, de novo...

By: Meg

domingo, 20 de março de 2011

Lute


Sonhar é viver,
É buscar sempre aprender
Algo diferente.

Objetivos e metas,
Nos são impostos,
Mas o que interessa,
São os desejos próprios.

Luta pelo que acredita,
Mesmo pra caia,
Levante! Não desista.

Nem tudo é alegria,
Temos dor, raiva
Medo, angústia e ironia.

Não devemos nos render,
Se não lutarmos até o fim,
Irão nos vencer.

Voltaremos aos tempos remotos,
Onde a riqueza dominava,
Sem verdades inscritas,
Não restará mais nada.

Unindo forças,
Combatendo a hipocrisia,
Quebrando a rotina,
Desse tal “dia-a-dia”.

Criado por: Dan
Postado por: Meg

sexta-feira, 18 de março de 2011

Meu mundo




Construi um mundo para mim, um lugar muito longe para qualquer um encontrar, um conto de fadas, um mundo bom e, de certo modo, completo, só pra mim, e minha resposta para ele era simples eu tinha construído um mundo de mágica, por que a vida real era trágica, eu o via e vivia ansiando por voltar, lá tudo era perfeito, o mais lindo dos lugares com as mais deliciosas comidas e bebidas, as mais alegres brincadeira e os mais lindos casos de amor, lá todos viviam em harmonia, as vezes claro havia discussões, mas somente anjos e demônios brigando ou os meus piratas atacando, e lá é que eu podia viver. até o dia em que senti medo no meu mundo, pois ele começava a ser a minha vida real, e assim comecei  a esquecer os gostos e cheiros, do mundo que tinha deixado para trás, aquilo virou somente a minha vida e comecei a morrer todas as vezes que acordava, então um dia passando por lá, de modo algum eu conseguiria descrever o lugar, pensei sobre tudo que tinha ali, nunca havia contestado a minha sorte, mas derrepente olhei para aquele sonho, que as pessoas chamam de realidade vi que elas estavam crescendo, não que eu também não estivesse, mas todas as minhas experiências, viraram sonhos, e eles por mais que eu pudesse a vê-las até no escuro, não podia segurar em minhas mão e por mais que meu coração ansiasse por senti-las não podia, então pela primeira vez quis voltar para o mundo real, mais lá eu me machucava, um dia meu príncipe me encontrou chorando e veio me salvar, mas um dia o relógio deve bater a meia noite, e ai isso vai ter que acabar, agora meu mundo se torna mais encantador tentando me prender, e eu não tenho forças para lutar com ele, simplesmente não tenho, e se eu digo que isso não é real, somente constatando os fatos, sofro mais, meu mundo me prende e a realidade me joga no meu mundo quando tento fugir, fazendo uma teia inseparavél, na qual não tenho vontade de lutar, tenho medo de saber o que será que vai acontecer se eu nunca me libertar...

By: Meg

quinta-feira, 17 de março de 2011

Adeus


Confusão na minha mente,
Tudo está estranho,
Tudo está diferente!

Meu mundo parou,
E de repente ,
Meu sentimento mudou!

Aquela do que eu sentia,
Hoje é meu amor,
Minha maior alegria.

O que passou não importa mais,
Só quero não mais sofrer,
E encontrar minha paz!

Deixe-me seguir a vida,
Como eu sempre fiz,
Minha querida,
Esqueça, foi você quem não quis!

Já não mexe comigo,
Nada  vai mudar,
Somos apenas amigos,
E você não pode mais me conquistar.

Entreguei-me de corpo e alma,
Para a felicidade,
Que me aguarda sempre calma,
Pois me ama de verdade!

Quem me fez chorar,
Foi quem me fez mudar
Pois bem, agradeço enfim,
Alguém confia em mim!

Viva, corra, lute!
Sinta, voe grite!
Não olhe para traz,
O que passou não volta jamais.



Criado por: Dan
Postado por: Meg

terça-feira, 15 de março de 2011

Dia 8 - ??:?? 

É... Acho que me apaixonei, não que isso seja permitido...

Uma duvida:
- I'm in love?

segunda-feira, 14 de março de 2011

Achei mesmo




Achei que tinha conseguido driblar o amor, que eu amaria, mas jamais me machucaria, achei mesmo, que tinha tudo na minha mão e que nada me derrubaria, achei que podia amar, viver sem desilusões, até o dia em que realmente quis amar, mas não conseguia mais invocar o amor, tentei e tentei, mas nada funcionava, achei que era eu, que tinha gastado todo o meu amor logo de cara, mas não, até eu achar que o amor é que tinha me driblado, e que ele devia estar se vingando de mim nesse momento, realmente tinha achado poder enganar a deusa do amor, mas agora acho isso tudo uma grande brincadeira de mal gosto, e agora  acho melhor não achar nada, pois não se pode enganar esse bichinho que apelidamos de amor, talvez eu nunca tenha tido ele em minhas mãos, talvez eu só achasse que sim, só sei que se já o tive o perdi e agora não acho....

By: Meg

sexta-feira, 11 de março de 2011

Não! Por favor, não!

  


- Não! Por favor, não! - eu gritava enquanto ele guardava as suas coisas.
- Será melhor para os dois, sem sofrer! - ele estava furioso, mas como dizer adeus a ele, quem me ajudou nas horas mais desesperadoras? Eu nunca poderia esquece-lo como ele queria que eu fizesse, por que partir agora? Eu poderia ficar mais um mês ou dois, mas cada vezes que ficamos mais perto um do outro nos perdemos! Esquecemos que temos vida e isso está virando um problema, ele queria terminar, isso de uma vez por todas.
- Por favor, não! - era só o que eu conseguia gritar enquanto chorava.
- Mary, pare! Você não pode ficar comigo enquanto nós dois ficarmos cada vez mais machucados - disse ele me segurando nos braços, isso causava mais dor ainda, - eu tenho de ir, deixar você livre, para que volte a vida de antes, entendeu?  -fiz que sim com a cabeça, ainda chorando, mesmo que doesse, doía mais ficar separada dele.
- Preciso ir - ele repetiu, se distanciando de mim.
- por favor... - tentei sem fôlego. Ele me olhou sério, pegou algo na mochila e me deu.
- Eu não devia te dar isso Mary, mas... Adeus - disse ele me dando um ultimo beijo, e ele se foi pela porta, me deixando com um caderno e seu ultimo beijo, Adeus, meu garoto dos olhos marrons, meu amigo, meu sol, se cuida Pensei e cai no choro, ao pegar o caderno a capa dizia "Mary" e não havia mais nada nele, alem de...
Te amo 
Adeus meu amor, adeus pra sempre, Adeus, mas não cai no choro de novo, algo se ajeitava, algo virava de ponta cabeça ou entrava nos eixos, por que derrepente tudo ficou sério, e certo, não havia mais graça, peguei o caderno e me pôs a escrever poemas pra ele sempre com aquelas palavras em mente, Eu te amo mesmo que ele quisesse eu nunca poderia ser aquilo que ele queria que eu fosse... normal, nunca.

By: Meg

Mascaras



Você pode dizer que é o mesmo, com seus amigos, com seus pais, com seus irmãos, pode dizer que não tem uma mascara, mas o único jeito de você estar falando a verdade é se você não for humano, pois eu duvido que não tenha apenas uma máscara, involuntária, até seus sentimentos, quando você os oculta, eles viram uma máscara, sim eu sei, todos dizem que um dia todas as mascaras caem, mas essas carregamos connosco por toda a vida. Quem nunca se magoou por ver uma mascara, que já não se assustou por ver através da máscara? Pois é assim mesmo, pois essas nossas máscaras involuntárias, são apenas o que as pessoas podem assimilar, uma névoa que as impede de ver alem de nossa cara, por isso máscara, nem sempre, más, é nosso único jeito de ser, é o nosso jeito de ser único, é ser igual com todos e mesmo tratar cada um de um jeito... É ter as tais máscaras....

By: Meg

Melissa



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Mel... Minha Mel?

Versão Random:

   Já fazia uma semana que Melissa não ia pra aula e mais uma semana que ela não se comunicava com ninguém, eu devia estar louco ou muito preocupado com a minha amiga, pois mesmo no enterro de meu avô pensei tê-la visto se esgueirando pelos cantos, preocupado, realmente preocupado, levantei de minha cadeira e coloquei o casaco.
  - Aonde vai filho - perguntou minha abalada, ela era tão parecida com o meu avô...
  - Vou caminhar um pouco - digo lhe dando um beijo na testa e abrindo a porta da frente, estava uma noite fria.
  - Cuidado - foi só o que ela disse, se voltando para o café em sua frente, triste sai de casa, e à medida que chegava a casa de Mel, começava a me sentir melhor, me lembrei de seu sorriso, de seu cabelo vermelho brilhando tanto na luz do sol como na luz da lua, à medida que chegava perto dela me sentia mais feliz e logo me vi sorrindo, lembrei-me de todos os dias juntos e o quanto ela ficava encantadora quando sorria, era tão vivido! Logo me vi pensando em seu rosto inteiro, seus olhos, seu sorriso, sua boca, tão linda...
  Fui distraído, não sei bem como, mas quando passava pela frente de um beco, me senti atraído, ao olhar, vi uma cena estranha, uma mulher, uma gata na verdade, prensando um homem na parede, eu os olhei, sabia que não devia olhar aquilo, mas parecia ter algo de errado, a mulher virou o rosto do homem para o lado, e então, meio que... O mordeu, eu arfei e de algum modo a mulher me ouviu e se virou, deixando, de algum modo impossível, as coisas ainda pior, pois nas feições daquela linda mulher, vi aquele lindo cabelo ruivo, aqueles lindos lábios, agora cheios de sangue do homem que se debatia no chão com a hemorragia, ela me olhou e suas expressão feroz ficou tão assustada quanto a minha, vi seus lábios sussurrarem Random, mas eu não fiquei ali, não precisava saber de nada, aquilo era um sonho horrível, sem querer olhei pra trás e vi Melissa sentando-se na calçada, quase voltei se seus lábios não estivessem vermelhos com o sangue e eu não soubesse que se fosse lá seria o próximo, eu vou acordar pensei eu vou acordar...

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By: Meg

Mais do andarilho...


Ser livre pra voar
Ser livre pra correr
Ser livre para amar
Ser livre pra viver

Nada faz sentido 
Num mundo de cobrança
Pra que viver sofrendo 
se não existe esperança?

Hoje sigo meus próprios passos
Nesse mundo que eu escolhi
Destruindo esses palácios
Percebo que nada vivi

Buscando alegria 
Nas partes mais sombrias
Não acho felicidade
No clarão dessas cidades

Aproveite seu tempo
Pois a vida é curta
Viva cada momento
Só  ouve, quem escuta


Mundo , dinheiro , mulheres.
Maior desilusão 
De que servem mil alqueires 
Pra quem vive na solidão?

To tentando entender...
Pra que tanto sofrer, 
Se no fim vamos todos morrer?


Criado por: Daniel
Postado por: Meg

Alone







No dicionário: Sozinha, só, única, isolada, solitária, exclusiva, desacompanhada, abandonada, sem igual. Ao meu ver, significa estar sozinha, mas não pra sempre e sempre pensando em você, é estar só e nunca estar só, é se sentir abandonada para que depois você me aparecer e me amar, é ser sua exclusivamente, é ser única, á única, ser isolada com você e estarmos os dois isolando os outros do nosso mundo, é ser sem igual, só pra você, e saber que você pensa assim, é te amar independente dos outros ou sem me controlar por isso, por que é isso que sinto amor, e o bom é sentir que você sente o mesmo, sou sua exclusivamente e você é o meu único, juntos ficamos finalmente sozinhos! é isso que significa nosso "alone" não é? É ótimo... saber como as outras pessoas se sente sozinhas, pra elas o "alone" é algo ruim, chato, triste, mas o que você acha? Podemos mudar e nos excluir ou sermos solitários, mas sempre acabaríamos voltando e sendo novamente os únicos, é por isso que eu gosto dessa palavrinha com tantos significados...

By: Meg

quinta-feira, 10 de março de 2011

Meme...



1 - Linke o blog que te indicou.
Miyako-chan-space

2- Quais são seus maiores sonhos?
- Virar uma escritora de sucesso
- Escrever um livro
- Ter sempre as minhas amigas por perto
- Encontrar meus sonhos, e descobrir ele na vida real ( confuso esse)

3- Para você, aparência importa?
Nem um pouco! O importante é viver feliz, e sonhar!

4- O que é ser feliz?
Viver a vida com as pessoas que você ama e não ter medo de ser você mesmo! 

5- Você é uma pessoa amiga?
Sim, com certeza sim, as  vezes sou aquele tipo de amiga que diz "eu te avisei" mas sempre com carinho, meio que obsessivo, meio que maternal. 
 
6- Conte-nos 4 defeitos seus.
- Sou desesperada
- má ( um pouco, bem pouquinho)
- Grudenta ( as vezes)
- perfeccionista

7- Conte-nos 4 qualidades suas.
- Boa ouvinte
- Calma
- Inteligente
- Fiel

8- Tem algum preconceito? Se sim, qual?
Não e sempre procuro não ter.

9- Indique alguns blogs fofinhos a responderem este meme!

- Cheia de uma atitude inesperada
- Palavras de fato
- O mundo sob meu olhar


By: Meg.

terça-feira, 8 de março de 2011

Chave


Todos me perguntam por que carrego uma chave comigo, mas como responder a todos, o significado da lembrança nesse meio de pessoas que nem acreditam em si mesmos, como contar a essas pessoas que é uma chave não, normal, como falar que é a única coisa que me deixaram, abrindo milhões e milhões de baús, a procura de meu coração, como explicar isso? Explicar que eu a carrego perto do coração, por que então todos ficam mais perto do meu coração, como falar, para todos que esse ferro gelado me acorda para os sonhos mais loucos e as lembranças mais profundas? Todos me perguntam se sou louca de carregar uma chave no pescoço, e sim eu sou louca de saudade, de amor. Todos me perguntam se é por que tenho de esconder algo, mas a verdade é que eu não sei se há alguma coisa para se esconder, por que eu realmente escondo todos os meus sonhos nessa chave, e mesmo que ela esteja decadente, sempre será a mesma, a verdade, na verdade a única verdade que eu sei, é que simplesmente carrego uma chave comigo.

By: Meg.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Parceria...

Um amigo meu, pergunto-me hoje de manhã se eu não aceitaria postar aqui os belos poemas que ele cria, sendo assim, espero que gostem dos seus poemas e se gostarem é só ir na página dele ali em cima ou clicar 


Noite a noite,
Caminhando na cidade
Vejo luzes ouço vozes
Mas não encontro a liberdade

Na esquinas vejo crianças
No mundo de adultos
A sociedade suja 
Tem controle absoluto

Mas eu sei 
Tenho certeza que essa porra 
Vai mudar
Um futuro aos nossos
Filhos vamos dar

Viver com esperança
Continuando a sonhar 
Desejo de criança 
É o que eu quero conquistar 


Feito por: Meg 
Criado por: Daniel