segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Do verão passado



  Daquele verão, não há mais nada, quase tudo foi roubado e levado de volta ao seus lares, do verão passado sobrou apenas uma flor da nossa cor, com 7 pétalas, em cada uma delas escondi uma piada e uma brincadeira, e guardei a flor debaixo da cama, para que assim ninguém nunca descobrisse que roubei de vocês um pedacinho, e coloquei comigo, e essa flor foi tudo que consegui, talvez no próximo verão tudo mude e eu possa roubar de você mais um pouquinho, e me lembrar de vocês todos os dias em que levantar e olhar aquela flor, flor que brilha com o sol, mas brilha mais com vocês por perto, ela me serve de sinal, e para que depois eu possa fazer uma troca, um pedacinho de vocês por um pedacinho de mim, pois eu sei que também o roubaram, talvez eu não o queira de volta pois como diz um amigo meu: saudade, é a prova de que se ama alguém, e eu tenho a nossa flor de saudade, nossa flor do verão passado, comigo o caminho inteiro, flor que brilha com a nossa luz...

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Melissa




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Simplesmente Rodrigo.

Após as aulas, voltei pra casa, mas não me lembro de estar voltando, só de chegar lá. Desabei em meu sofá e tentei chorar, sem lágrimas, me amaldiçoei de tudo que pude, como eu pude ser tão idiota? Pensei como eu pude, fazer tudo o que eu fiz, eu o deixei! Soluçava, e gritei o máximo que consegui, joguei vasos e coisas quebráveis no chão, mas parecia que nada funcionava, fui andando até um vaso quebrado, nunca havia tentado isso antes, um dos pedaços quebrados era grande, e um ser humano se cortaria até em pensar em encostar nele, o peguei, e o enfiei em meu pulso com toda a força que pude, não me feriu nem um pouco, o joguei longe, as palavras de Rodrigo voavam por minha mente e tudo o que eu havia segurado por 87 anos, suas palavras voavam por minha cabeça, todos os momentos bons voavam sem que eu pudesse os guardar e tudo que sobrava eram aquelas ultimas palavras, aquele ultimo momento, quando destrui a minha vida por um sonho adolescente bobo como aquele, ainda "chorando" olhei pela sala, a lista telefônica era praticamente a única coisa no lugar daquele caos, hospital, Saint Marius lembrei-me de Random falando, agora tudo se encaixava, aqueles olhos, aqueles lindos olhos chocolate, que me olhavam com um interesse discreto, mas mesmo assim tão evidente, neto dele. Peguei a lista telefônica e procurei pelo hospital, não olhei para casa, simplesmente peguei minha bolsa e fui, ao chegar lá estava escurecendo, um entardecer lindo e mesmo assim horrível, ao chegar bem perto pude sentir o cheiro, o cheiro que estava escondido de mim, o cheiro que me matou ali mesmo, foi fácil seguir o cheiro, terceiro andar, quinta janela, olhei em volta. Havia uma árvore que escalei tranquilamente, a janela estava aberta, entrei, no quarto o cheiro era mais forte, ele dormia a respiração pesada e falhando, eu olhei seu rosto desfigurado pela velhice, mas ao mesmo tempo meu Rodrigo apareceu naquelas feições, meu Rodrigo velho.
- Esperava por você - ele sussurrou, sua voz, sua preciosa voz era linda, era a mesma.
- Ro... - tentei falar, mas o bolo em minha garganta não me deixava
- Mel... Desculpe-me - disse ele abrindo um olho e me olhando cansado, um arrepio me percorreu com aqueles olhos
- Pelo que? Eu, é que devo me desculpar. - digo
- Mel, me desculpe por fechar a janela. - diz o meu amigo sério, amoroso.
- Ro me desculpe por morrer - tentei sussurrar direito.
- ...Você está linda - 
- E você... - comecei a falar, mas ele me interrompeu.
- Velho - ele tenta ri, mas começa a tossir, vou à cabeceira e lhe sirvo um copo de água.
- Eu ai dizer "o mesmo" - digo, ele me sorri o meu sorriso.
- Desculpe só aparecer no fim - diz ele
- Não é o fim! - insisto, ele me ignora, como fazia quando eu insistia que a minha prova estava toda errada.
- Posso perguntar uma coisa? - ele pergunta.
- Já está perguntando - brinco - mas pode sim.
- Como viveu todo esse tempo? - ele perguntou genuinamente curioso.
- Não vivi, - digo - posso perguntar uma coisa? - ele ri, e balança a cabeça.
- Como foi? - ele me entende.
- Horrível, depois de um tempo eu menti seu paradeiro, até esquecerem, eu nunca esqueci, mas no final acabei com Sarah - ele ri, eu o olho abismada.
- isso parece fofoca de 70 anos - ele ri.
- Ro... - 
- Diga - 
- Conheço o seu neto - digo.
- Eu sei, ele vem aqui, me visitar, fala de você - eu soube na hora que era você - ele diz isso, mas não como se estivesse preocupado com seu neto. Em seus olhos vejo apenas uma coisa.
- Não me deixe – sussurro, vou até ele e o abraço sem jeito.
- Eu te amo Mel, sempre foi assim sabia? - diz ele, ao meu ouvido, ele me afasta pra me olhar nos olhos, afagando minha bochecha.
- Eu também te amo Ro, pra sempre será assim - digo, ele me sorri, nós dois estamos chorando. 
- desculpe - ele sussurra e fecha os olhos, sua mão cai. Não! Não! Ro! Não me deixe, eu te amo, te amo pra sempre meu amigo, pra sempre

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By: Meg

The end




Tudo tem um começo bom, as vezes tem um meio maravilho, mas por que toda história tem de ter fim? não gosto dessa história de fim, assim as coisas divertidas morrem, mesmo que sejam para as melhores surgirem.  Espero sinceramente que essa não tenha, quero que todos verão seja o nosso lindo começo e todos os Invernos sejam nossos meios maravilhosos, por que com você, não tem de ter fim, que tudo seja assim e pronto, e tem de ser assim pra sempre, que nada tenha fim, que o amor prevaleça, que a amizade vença, e o fim suma, por que com você nunca tem fim e nunca deve ter, seu sorriso deve ser eternizado e teu beijo marcado, pra mim, por isso prometo que toda primavera estarei aqui e que em todos os Outonos quando chover eu voltarei, pra ti e pra vocês amigas, do coração, que tem as melhores brincadeiras. que tudo seja assim pra sempre e sempre, pra vocês prometo sempre voltar, voltar só pra vocês, e seus sorrisos. Todos, meu amor, pra nunca ter fim, nunca haver adeus, e se eu tiver de ir, por favor nunca dizer, só pra imaginar que fui comprar pão e já estou voltando, pois se pensarem assim, haverá fim, haverá adeus, então olhem para trás e me verão acenando para vocês continuarem, depois nos veremos de novo, e de novo, para ser uma roda com começo, mas sem fim, que esse amor por você, seja eterno enquanto dure e que dure eternamente, sem fim, sem fins, sem o famoso "the end"

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Melissa


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Então minha vida se esvai em pó.

De manhã saio de casa e não resisto a olhar dentro do carro parado na esquina, lá dentro duas meninas dormem babando, as marcas em seus pescoços já estão quase sumindo, não resisto ao impulso de rir, foi uma noite bem divertida, rindo corro pra escola sem que ninguém me veja, sem que ninguém entre em meu caminho, mas infelizmente e mesmo assim felizmente o dia só esta começando. Vou pra escola feliz, ninguém estraga meu dia hoje, chego á sala e Juliet começa a tagalerar como sempre, eu não estou ligando, na verdade não estou, Random chega e eu como sempre o seduzo, ele fica babando, mas se contem e vira para Juliet, desisto dele, por enquanto.
- Meu avô piorou - informa ele e Juliet, querendo aparecer, se mostra muito triste.
- Como você disse que era o nome dele mesmo? - pergunto tentando ganhar pontos com o garoto, mas totalmente desinteressada
- Rodrigo Stewart, está internado ah umas duas semanas, piorando - diz ele arrasado, e com um simples toque umas simples palavras o meu mundo se esvaiu em fumaça, o meu dia desaparece, e não consigo nem aproveitar o gostinho que me dava ao ver Britney e Charity entrando atrasadas e destrambelhadas na segunda aula, depois que aquele nome foi proferido, aquele nome que eu jurei nunca mais ouvir, que eu jurei nunca mais falar, depois daquilo, eu não existia, todas as lembranças voaram por minha mente, eu me perdi naqueles olhos amigos, e quando me virei para Random vi aqueles mesmos olhos me encarando com a mesma sinceridade. Rodrigo, não! Por favor, me deixe explicar!  Você morreu Melissa, acabou de morrer, e nem se quer considerou a mim. Adeus Melissa, adeus.

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By: Meg

Aviso:



Foi perdido algo muito importante, que se acharem por favor devolver imediatamente pois sem a qual eu não posso viver, mas cuidado pois ela é muito frágil e muito quebradiça, apesar de ser gigante se esconde nos menores e singelos lugares,  também pode estar nos maiores lugares, quem a achar tem de ser cuidadoso, tem de pedir com carinho e avisar que estou morrendo de tristeza aqui, pois sem ela meus dias não brilham e minha vida se torna rotina, sem ela não ah nada de divertido, e se foi uma de minhas amigas quem a roubou, devolva-me! Mas de preferência vem me devolver pessoalmente, pois assim essa coisinha mínima que brilha mais que o dia vai crescer a seu tamanho natural e brilhar mais que nunca, então prego aqui esse aviso:

Procuro a felicidade
vista pela a ultima vez 
na postagem: Felicidade.
se a avistar favor comunicar
nos comentários!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Mente Suja.



Vago pelo mundo,
com minha mente imunda
minha alma inunda 
Cada vez mais,
E de pouquinho em pouquinho
Afunda...

By: Meg

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Frase da noite


"Algo só é possível até que alguém duvide e acabe provando o contrário"

(Albert Einstein )


By: Meg

Diario

Dia 6 - 3:54 P.m


hoje estou me sentindo meio estranha, como se toda a minha juventude, que nem começou direito, acabou... Ontem eu estava lá, no cinema assistindo o fim, e hoje eu estou me sentindo tão estranha, Harry Potter sempre foi o meu tudo, sempre tive a segurança de que no próximo ano teria mais um filme, e depois outro, e assim por diante, mas parece que o tempo passou, e agora eu nunca mais verei eles atuarem, e nem mais uma palavra será escrita, acabou e todos cresceram, o mal perdeu...



Um medo, e uma coisa legal:

- O futuro esquecer de Harry Potter
- Achei essa paródia muito legal:

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Algumas pessoas me fazem chorar você é uma delas menina.

Minha amiga Mel, do blog sonhos em linhas me escreveu um texto lindo que agora faço questão de por aqui e completar:

Para Meg, uma amiga...




Você pode pensar que não tem amigos, mas então quem sou eu pra você?
Você pode pensar que os amigos não estão do seu lado, mas então eu não moro no seu coração?
Você pode pensar que ninguém fala com você,mas então o que estou fazendo agora?
Você pode pensar que seus amigos tem mais amigos que você não tem, mas então como explica eu não conhecer alguns deles?
Você pode pensar que as vezes te deixam de lado, mas então porque eu penso em você quando alguém fala alguma coisa e eu começo a dar risada do nada?

Responda todas essas perguntas e verás que você tem amigos e que eles não vão te deixar nunca, porque você é amiga que todos querem ter, mas não são bons o suficiente para conseguirem, então tentão te abalar. Não caia em uma amardilha destas.

By: Mel






Amiga tu estas no meu coração pra sempre tu és pra mim a unica salvação
Mas como eu fico? Se digo que não tenho amigos, digo isso aqui
se digo que ninguem fala comigo, é por que é aqui.
Por que juro-te que se eu ai vivesse seria feliz, e mais nada seria dor....


By: Meg

Reflexo



Na minha janela há um pingente que com o vento e a  luz, roda,
 roda na velocidade da terra e apenas espera, que o brilho que emite seja notado,
 assim como o mundo espera pacientemente para que seja notado de verdade 
e poder mostrar seu brilho, 
o brilho desse pingente de mundo.

By: Meg 

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Frase da noite




O Horizonte é apenas uma linha imaginária que recua quando você se aproxima
(O sorriso de Monalisa)


By: Meg

Diferença



Você é diferente de mim, é diferente dela, dele? Em que posso saber? Pois é melhor, posso saber onde? Isso é besteira, ninguem pode ser mais inteligente por ter outra cor, ou melhor em qualquer coisa, quer ser bom em alguma coisa, mas o "carinha negro" teve preferencia, sem isso! cada um tem que ter mérito por fazer o que gosta, então por que o "gayzinho" ali tá na fila de emprego? Todos são bixos, todos são humanos, por que impor essa maldita diferença? Eu sou branquela, minha amiga é morena, ele é homoxesual, mas por que ser excluido? Se todos me excluissem por ser louca... Bom eu nem sei como seria, alguem me exclui por eu ser escritora? Vocês excluiriam seus parentes se eles fossem diferentes de seu jeito? Eu sou diferente, diferente dos meus amigos, dos meus pais, dos leitores, sou diferente de todos, mas sou igual a todos penso que esse preconceito é ridiculo, eu tenho amigas negras que são muito legais e mais inteligentes de que muita gente por ai, como conheço gente que é lento como uma lesma, todos são os mesmos, todos são diferentes, o que mais vale é respeitar essa diferença.

By: Meg

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Valentine's Day


Chego por trás de vocês
Que nem se quer ouvem meus passos
Pulo em cima de vocês que se assustam, olham... 
Eu dou-lhes espaço
É de se assustar, se uma menina chegar  
Carregando balões, e cartões, 
A dizer, coisas sem sentido
Que rimam com "Ei"
Apenas para lhes dizeres
Happy Valentine's Day

By: Meg

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Garotas más não choram





   Olhando para o espelho, estou chorando, meus pensamentos a quiilometros dali, a mais ou menos 800Km de distancia, 
   - Mas por que chorar? - Me pergunto. A resposta é simples,
   - Por nada e por tudo,  
   - E o que eu faço aqui? - Me pergunto. 
   - Não, não chore, pois você é uma garota má e garotas más não choram, garotas más não choram por saudade, ela riem do medo dos outros e se importam apenas com os seus ideais, então porque chorar?
   - Por que não sou uma garota má, simplesmente não sou, eu me importo com os meus amigos, me importo e sofro por eles, me importo e morro de saudades deles - Digo indignada
   - Garotas más não precisam disso, elas não sentem isso. -  
   - Eu não sou uma garota má! Apesar de não ser boa, não sou má, não me importo só com os meus ideais, mas tambem defendo os dos meus amigo com o mesmo vigor!
   - Então é por isso que choras? Saudade? - Me pergunto
   - Eu não sei! A unica coisa que sei é que sou má, mas sou boa.
   - Não se pode ser as duas coisa ao mesmo tempo. - 
   - Pois eu sou! E alem do mais eu não sou de inteira boa. - 
   - Então não chores e lute! - 
   - Mas dói! - 
   - Como? - 
   - Eu não sei, sei que minha saudade é da pior especime. - 
   - Como choras percebo. - 
   - Não consigo me controlar, eu amo minhas amigas!
   - Como pode amá-las?
   - Assim, amando do jeito mais fevoroso, é só isso.
   - Se fosse só isso.
   - Eu sei.
   - Mas como viverá? - Me surpriendo
   - Essa é apenas uma parte. - Digo triste 
   - Como pode ter mais?
   - O pior é poder reve-las. - explico 
   - Como isso pode ser pior? - 
   - Eu as vejo, e nosso sonho de verão dura apenas isso, um verão, eu as deixo varias vezes para o resto de nossas vidas, juntas e separadas. - 
   - Isso, não é o pior, isso é a maldade, tem de haver um jeito. - 
   - Pois tem! - Explico 
   - Qual? - Pergunto 
   - Esperar - Declaro
   - Só assim? - 
   - Sim, e tenho certeza que as lágrimas me escaparam quando nos virmos mais uma vez - digo sonhadora
   - Por quê? - 
   - Por que eu as amo - 
   - Tens certeza? - desconfio
   - Sim - 
   - Como pode ter certeza?
   - Eu sei! - 
   - És tão infantil as vezes! - 
   - Sabes que no fundo é verdade. - 
   - Não, você não tens provas disso. - Acuso
   - Ora por que achas que estou chorando? - 
   - Pois acreditas em tudo. - 
   - Ora! - 
   - É a mais pura verdade, acredita que todos podem ser bons. - 
   - Mas podem! - 
   - Não há provas, nenhumas - 
   - Há sim.... - 
   - Amor -
   - Amizade - 
   - Saudade -
   - Carinho -
   - Falta dele -
   - E continuara a chorás? -
   - Bom, uma hora eu irei para e seguirei - 
   - E quando? -
   - Quando eu estiver bem -
   - E quando será isso? -
   - Quando der - 
   - Mas não fique assim, pois eu sofro -
   - Claro que sofres se você sou eu -
   - Tudo bem, Tudo bem, deites aqui -
  - Obrigada - digo me ditando na cama e me reconfortando, acena era estranha, mas me sentia bem internamente
   - É por isso que prefiro seu lado mal por quê... - começo
   - Eu sei, eu sei, por que Garotas más não choram. - digo interrompendo-me.


By: Meg

Ps: Eu sei que ficou muito grande, mas é que enquanto escrevia fui tendo um debate interno. me desculpem

Meme Literário



1 - R: Sim, Qualquer um que me encante, tenha aventuras e ficção.
2 - R: Não sei, mas acho que escolheria o Pequeno Principe, pois acho que cada vez que você lê você tira algo diferente, e perspectivas de vidas para diferentes fases suas.
3 - R: Todos! Leiam o maior numeros de livros que conseguirem.
4- R: Dificil... Bom, O mundo sob o meu olhar, Palavras de fato, o cheia de uma atitude inesperada, o canto dos livros, e... eu não tenho pra quem mandar mais =/
5- R: Miyako-chan-space


By:Meg

Uma Vez...



Uma vez sonhei que você me chamava aos ventos, sonhei que me envolvia e me amava, 
uma vez sonhei que tinha me chamado até o nosso penhasco e eu fui lá, 
então pensei que estavas no vento e que ainda me amava, e que voltavas,
 vi você na névoa e quis te abraçar, mas quando o fiz você se foi.
 Uma vez chorei por ter partido, e logo me culpei por ter te amado, já faz quanto tempo? 
 Uma vez sonhei que nada havia passado e mais uma vez ao acordar chorei,
 quem acabou com isso, fui eu, você ou foi tudo apenas o certo? 
Uma vez te amei, uma, duas, três.... Pra sempre  
 sei que isso não passa, pois ouço você me chamando ao vento e quando vou lá, 
naquele pedaço de passado, não há nada alem do vento açoitando meu cabelo, 
o jogando no rosto, mas você lembra como começou a nossa história? 
Eu sim, e foi uma vez... 


By: Meg

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Melissa




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Vamos brincar?

Chego em casa e elas estão virando a esquina no carro de Britney, corro para dentro de casa, a minha sorte é que elas estão dispostas a ficar ali até pegar um furo meu, decido colocar uma de minhas roupas mais atraente, só pra começar.
- Venham meninas, - murmuro vendo elas chegarem apé pela mureta
- Caraca é uma casona! - diz Charity.
- Como ela tem todo esse dinheiro? - se pergunta Britney
- Sei lá, mas olha aquela piscina! E... Hey o que é aquilo no chão? - diz Charity apontando para a mancha vermelha na porta, a merda, merda, merda, merda infinitas vezes. Ando até o lado de fora, despreocupadamente, pego minha roupa suja de sangue, da noite anterior e ponho na máquina, ouço as duas arfarem, mas tudo bem vou entrar na brincadeira, saio despreocupadamente e vou ate a piscina, elas se escondem mais na muita.
- Já estava na hora de aparecerem meninas - digo passando pela moita indo direto para a piscina.
- Como... Como - começou Charity.
- quieta! - sussurrou Britney
- Sabe, achei que vocês viriam antes, mas que bom que vieram, já estava ficando inquieta - lhes sorri meus dentes brilharam, ouvi as duas arfarem na moita, fui até elas bem devagar meu sorriso se transformando num arreganhar de dentes, um rosnado baixo vibrou por minha garganta, as vejo elas tremerem, estão encurraladas, E o banquete esta servido penso com ironia, Britney grita quando pulo nela os caninos se alongando, Charity tenta fugir de mim, mas a seguro enquanto sugo de Britney, o suficiente para apenas apaga - las temporariamente, e depois Charity.
As levo até o carro parado na esquina onde irão dormir até amanhã de manhã, essa brincadeira foi divertida se pelo menos eu pudesse ter mais... Limpo minha boca e volto pra casa bem rapidinho alguém pode me ver assim.

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By: Meg

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Balanço




Sentada do balanço penso... Penso em tanta coisa, mas acho que a principal é você, no seu sorriso, meu amigo, meu amor, sentada no balanço me lembro como é o seu sorriso e como seu cabelo brilha ao sol, como você odeia coisas banais e sabe tão bem inglês, chego a revirar os olhos. Sentada penso na nossa vida enrolada, e vejo que sempre tenho um porto seguro, um lugar que eu posso me segurar se o mundo virar, esse lugar que eu amo, meu amor você deve conhecer melhor que eu, e assim em lugares penso no nosso lugar, lembra-se, de nosso lugar no mundo? no cantinho no meio da mata, em que dançamos e que parece que ficamos realmente juntos? Aquele lugar em que podemos nos conhecer e sermos nós mesmos sem mascaras, sem medos, sem raiva? Bom, aquilo me lembra o amor, que você tanto me ouve falar, e sempre sugere novos adjetivos para ele, seus adjetivos não valem.
- Por que não? - ouço sua voz atrás de mim.
- Ora, Meg, por acaso virou Adjetivo de amor? - pergunto sem me virar
- Claro que sim! - diz ele abismado, como se eu tivesse acabado de dizer que dois mais dois são cinco. Reviro os olhos e ignoro  seu comportamento.
- Irá me ignorar agora? - Me pergunta ele vindo a minha frente
- Não disse que te ignoraria, na verdade não disse nada - disse inocentemente, sua boca retorce em uma expressão de desafio que me enlouquece.
- O que esperas? - pergunto ele me olha agora inocente
- O que?
- Beija-me logo e deixa de fazer caras e bocas! - Digo a ele, ele ri e me obedece, nos unimos no beijo mais lindo já  visto pelo mundo, aquele lugar, aquele balanço, aquele momento agora é pra sempre.....


By: Meg

Melissa






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Oh merda!


A manchete, na manha seguinte, que recebi o jornal era clara e horrível. 
- OH MERDA! - gritei comigo mesma, joguei o jornal na mesa, e sai para a escola, o jornal que dizia...
- Você viu o que o filho mais velho do prefeito morreu? - me perguntou Juliet, caminhando ao meu lado, me perguntei o que ela faria se soubesse que fui eu que o matou.
- Vi - disse tentando encerrar o assunto
- Dizem que foi noite passada, o garoto estava fazendo compras para a noiva dele, quando se perdeu e foi parar na periferia da cidade, foi quando alguém ou alguma coisa o atacou, dizem que ele perdeu todo o sangue - A que perfeito! Pensei. Ele tinha uma noiva, e eu acabei com a vida de todos eles, e observação ele estava traindo a noiva dele com umas meninas (inclusive eu) E estava totalmente bêbado, fazendo compras claro que sim. 
Quanto mais Juliet me relatava mais eu queria matá-la, ou calar sua boca o que me ocorresse primeiro, quando estávamos na sala Random se aproximou e os dois começaram a conversar sobre o acidente, parece que todos comentavam sobre isso menos duas pessoas.
- Eu descobri onde ela mora - disse Britney
- E acha que vamos descobrir alguma coisa? - perguntou Charity
- Só vamos saber quando chegarmos lá - disse Britney, elas estavam falando de mim, elas iam pra minha casa? Elas iam ver, tentei não sorrir sombriamente.

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By: Meg

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Melissa






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Lembranças
   Estava a andar pela periferia, já estava cheia, mas eu não conseguia me controlar, precisava de mais. Precisava de alguém em especial, o único que eu realmente não poderia ter, rosnei de frustração, ele nem ao menos me quer frustrada segui para o centro tinha muita gente por lá, estava suja de sangue e terra, me limpei. As luzes da cidade me cegaram por um segundo, depois do breu que estava na periferia o centro parecia um sol, simplesmente passei por lá aproveitando da atenção direcionada a mim, sei que não devia fazer isso, que devia ficar quieta e escondida, mas era muito engraçado ver os humanos me olhando assustados, passei perto da prefeitura, um homem saia de lá ele me lembrava alguém... Um garoto, apenas um pouco "mais velho" que eu, ele estava bêbado, estava em um dos melhores bares da periferia, acho que me aproveitei dele antes de matá-lo, não me lembro foram tantos hoje, tanto faz...
   Vou pra casa, todos na vizinhança já estão dormindo, vou para a sala, pego um livro e começo a ler, é um livro antigo, novidade no meu tempo humano, isso me faz me lembrar dele...
   - Você está louca! - gritava meu melhor amigo.
   - Não! Por favor, confie em mim, sei o que estou fazendo - pedi aos gritos, chorando. 
  - Vai nos deixar, se não morrer no processo -  ele gritava.
  - Não! - eu insistia
  - Vampiros não existem... - ele me dizia. A lembrança mudou agora eu já era isso que sou hoje, voltei e o procurei.
  -O que você fez? - isso era uma pergunta retórica
   - Por favor, escute... sou só eu - tentei
   - Não. Não, não é a mel minha amiga, é um monstro, vá embora - disse ele, as palavras cravavam em meu peito, pulei a sua janela, ele não se deu o trabalho de olhar simplesmente a fechou, fechando, assim, sua vida para mim, nunca mais voltaria a procurá-lo... Meu amigo, o único que me ouvia, e eu nem pude dizer que o amava...
   Quando dei por mim estava reencostada no sofá, chorando sem lágrimas, o livro tinha voado longe, por que fez isso? Por quê? As palavras de Rodrigo ecoavam em minha mente, fiz por mim, fiz por você, respondi, agora era tarde demais. 



By: Meg

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

É noite...


   É noite, esta frio, ou quente não consigo sentir direito, mas deve estar quente lá fora pois só tenho um lençol enrolado em meu corpo, choro, não vou fingir que não, sei que meus pais só fingem estar dormindo, sei também que pelo menos minha mãe sabe que estou chorando, mas no momento isso pouco me importa pois choro baixo e grito sem som só por fora, por dentro sangro, me descabelo, me odeio, me rasgo e grito, grito muito alto por dentro. Sei que alguém á de entender, por quê grito, mas no momento isso também não importa, pois a partir do momento que avaliei minha vida, meu futuro e o meu pouco passado, vi coisas que não queria ver, lembrei de fatos que preferia esquecer de vez, e levei mais um tapa na cara da vida, e tenho medo, é só por essa noite, é só até eu dormir. Choro pela vida, não a que eu levo, apesar de todos os pesares, minha vida tem um lado lindo, vejo o meu passado e me surpreendo o quando eu era boba! E mesmo assim sinto saudade, na verdade não sei o que sinto, foi...já foi, agora o futuro, ah esse ai eu tento esquecer, esse é horrível, esse me odeia. Então choro, choro de medo, choro de saudade por tudo perdido e choro, por quê tenho de chorar.
No momento, simplesmente choro, e não me importo com nada, pois a sombras e medos no quarto então deito olho as sombras e tento dormir....

By: Meg

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Melissa



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Caçada... hahahaha.
    Pra distrair minha cabeça e pra ter certeza de que não perderia a compostura e mataria Juliet... Resolvi ir caçar, era a parte mais divertida, dessa vida, primeiro vou pra casa, ponho minha roupa mais atraente, quando anoitece saio atravessando a cidade até a periferia onde acho muitos bêbados e gente que ninguém daria falta.
   - Hey, gatinha! Não quer vir aqui beber alguma coisa comigo? - Me pergunta um bêbado a porta de um bar, essa é uma das minhas deixas mais divertidas sim penso adoraria tomar alguma coisa, ando até o bêbado, que sorri com sua "vitória" passo por ele e vou reto, ele, claro, me segue ainda rindo, até a parte industrial desativada da cidade, ele sempre me seguindo agora confuso, viro a esquina e espero, ele vem e na hora em que me vê volta a sorrir tentando me agarrar, mas sou que o ponho na parede, ele nada teme, é ridículo essa auto confiança do sujeito, é minha vez de sorrir meus dentes brilham no escuro e vejo a duvida brotar em seus olhos. Mostro a ele meus caninos e agora vejo o medo em seu rosto magrelo.
   - O que... - ele tenta dizer, mas ponho a mão em sua e sussurro:
   - Shhhh, só vai doer um pouquinho, mas pode ser que você até goste - digo rindo quando vejo que ele começa a balbuciar cheio de medo, viro sua cabeça um pouco pro lado, isso posição perfeita, ele pede clemência, coitado não sabe nada sobre vampiros, afundo meus dentes nele e o sangue invade minha boca, seu sangue é danificado pelo álcool, não importa é melhor que nada, logo acaba. Olho para o homem em meus braços com repulsa, o jogo no chão e ouço um osso sendo quebrado, ponho umas garrafas perto dele e o deixo lá, qualquer um que achá-lo, deduzirá que morreu de overdose, saio dali e vou procurar mais, aquele era só mais um.   

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By: Meg

Amores e Cores...



- Proíbo! proíbo a partir de agora!
- Proíbes? Proíbes o que?
- Proíbo os sentimetos
- Proíbes? Mas proíbes por quê?
- Proíbo e pronto! Nesse coração eles não entram
- Proíbes todos?
- Proíbo quase todos...
- Quais proíbe?
- Proíbo o amor 
- Justo o amor?
- Sim, este coração não ama
- Mas... E o ódio?
- O ódio eu deixo
- Ah então tudo bem!
- Por que tudo bem?!?!
- Do ódio ( o "contrário" do amor) nasce o dito cujo um dia
- O amor?
- Claro! Não leu os parênteses?
- Humf... Então proíbo o ódio
- Mas... E a amizade?
- Ah... a amizade faz bem, esta eu deixo.
- Amor de amigo é o que á!
- Amor?
- Claro! Amigos também se amam, por isso amigos.
- Então a amizade está proibida
- Ora, pelo menos a ternura (ou carinho) vai, certo?
- Certo... Ou não, ternura (ou carinho) não tem sentindo com o amor, tem?
- É claro que tem!
- Então proíbo, só entrará a vaidade, o ciumes e a dor
- Mas, a vaidade não é quando ama-se muito a si próprio, o ciumes não é um sentimento, que pode ser de amor doentio? E a dor (ou sofrimento) não são problemas de quem ama?
- Ora essa! Então está tudo proibido! Sentimentos! Todos ligados ao bendito amor!
- E o vermelho?
- O que tem??!
- Tu deixas entrar?
- Claro que sim, vermelho é cor não sentimento
- Mas, cores também são sentimentos...
- Só pode, tamanha bobagem!
- Vermelho te lembra o que?
-Hum... Agora que falastes, me lembra o amor
- Assim como uma maçã, um morango, uma boca, um beijo, um amor
- Tudo então me lembra o amor! Todas as cores, são sentimentos, pois bem agora vi.
- Estás apaixonado, é isso.
- EU? Não! Deixes de ser tão sentimentalista e acorde
- Ora, pois bem, irei embora...
- Proíbo-me de me apaixonar, proíbo-me, proíbo-me de amar...Você.


By: Meg

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Diario

Dia 5 - 4:52 P.m

Tenho saudade dos dias, um e dois... pelo menos estava feliz, mesmo que quando escrevesse soasse deprimente, ainda estou a procara de minha felicidade perdida, e ainda sem idéias do que escrever, sinto-me quinze vezes mais melancólica do que antes...

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Eu tentei



Juro que tentei, tentei te segurar, tentei te amarrar
Eu juro que tentei, mas você não quis me ouvir,
a quanto tempo eu venho tentando, mas nada dá certo. 
Você não me ouviu e me disse que eu não era nada,
Sabe você estava certa, eu não era nada
andava com você, me prendi a você, entrei na sua bolha
virei um nada, não era boa e convivia com isso
eu tentei de tudo, mas te perdi a muito tempo e bom... 
como você mesma diz a fila anda
sabe acho que eu te perdi mesmo, sério, mas eu estou bem, sinto muito.
Acho que isso é o pior, por que depois que te tirei da minha vida
ela melhorou e fiquei, como diz a musica,  querida e... perfeita, agora sou algo
e não só algo, eu sou alguém, uma escritora. Estou muito contente assim, muito contente.
Tudo foi por agua a baixo e naquele momento vi que meu horror foi por agua a baixo
também e que me senti muito leve, ah a felicidade, que com você eu não conhecia
peço desculpa, mas você é complicada,e pra que saiba, nunca desisti de você.
A vida é assim, e eu só percebo agora você devia tentar vê-la, 
esse mundo não é todo mal, ele também sabe ser bom, ele é lindo.
Com você era tudo, "desculpa" "ah sua idiota" e coisas do género
machucava, não tente voltar, por que apesar de te perdoar e te deixar em paz
 não vou voltar...
e não pretendo te deixar entrar de novo, sério a minha vida está perfeita
e agora tenho quem eu nunca tive, na verdade muitas coisas que nunca tive
Aprendi muito com você, 
eu tentei muito, juro, tentei tentei e tentei, mas nada funciona você queria que eu fizesse o que?
me corta-se, te implorasse?
o que eu faria alem de tentar...?


By: Meg

Melissa



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Só meio estressada...

   - Nunca vi você comer - me diz Juliet não serio? Só agora que você percebeu?! 
   - É que eu não tenho muita fome a essa hora - digo a primeira saída que me vem a cabeça. Hoje Randon está sentado com a gente ele parece muito atento a mim, e é claro a Juliet, eu já era um tantinho popular e finalmente tinha conseguido que ele se sentasse conosco, grande avanço

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Sem nenhuma distração com toda certeza mataria alguém, ser boazinha me cansava, ser boazinha... E Juliet, descobri o que queria, eu queria aquele humanozinho, Randon, quero seu sangue e a sua atenção. Claro que eu sendo o que sou chamo toda a atenção pra mim, mas ele me olha com indiferença, olha mais a Juliet, eu não gosto disso, nem um pouco.

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By: Meg